Dica de Livro: A Culpa é Das Estrelas!

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Sabe aqueles romances clássicos de “…e viveram felizes para sempre…”, então “A Culpa É Das Estrelas” , de John Green, é tudo MENOS um romancesinho meloso.

Realmente me surpreendi ao ler esse livro, PRINCIPALMENTE o final (que eu não vou contar ha-ha). Ele termina tipo: “OQUE? ACABOU? MAS ASSIM? NÃAÃÃO! QUERO MAIS QUERO MAIS QUERO MAIS!”, quase tive um ataque ao virar a página e me deparar com a capa do livro. Livro mais que recomendado!

“Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.”

Só uma coisa, depois de ler o livro, a expressão O.K nunca mais terá o mesmo significado pra você.

E aí, curioso para ler??
Esse livro é ótimo para aqueles viciados >>eu<< que se desligam do planeta Terra e só voltam a ele ao final da última página.

Por hoje só.
Bjaum,
Andie.

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Baby Hunter.

Ela era tímida, quieta, um pouco introvertida, ao longe. Seus amigos sabiam o quão brincalhona, besta e especial ela era.
Tão nova, tendo que lidar com coisas que nem adultos conseguem lidar direito.
Parecia em seu estado normal, na maioria das vezes, mas nós sabíamos que algo tão impactante não se apagava dessa forma, e que ela sofria em silêncio.
Ninguém a contou, ou ao menos deu a ela uma prévia de que seria tão difícil e tão doloroso.
Mas ela sentiu, tim tim por tim tim, cada pequeno detalhe, que as vezes julgamos insignificante, do que é perder alguém que se ama muito.
Não é o suficiente, dizer que tudo ficará bem não chega nem perto de ser suficiente, tentamos a confortar com palavras cuidadosamente escolhidas, mas ainda não é o suficiente, e nunca será.
O sentido da vida as vezes é perdido nessas recaídas de futilidade, esquecemos oque realmente importa, nossa família, nossos amigos, e não o Iphone 23 que acabou de lançar e eu preciso desesperadamente.
Isso acaba, assim como a nossa vida, cabe a você decidir oque fará mais falta.
“Nobody said it was easy, nobody said it would be this hard, oh take me back to the start…”

Andie.

Dezenove.

braid

 

– É tolice.
– Eu sei que é, mas está me matando por dentro. Cada dia sinto uma dor diferente. Como se estivesse se espalhando. – Disse, respirando forte, só para garantir que ainda doía. Naquele momento, na boca do estômago.
– Não diga bobagens. O que você tem não é uma daquelas doenças em que as pessoas se recusam a dizer o nome. Também não é amor. É drama. É pena de si mesmo. Vai passar.
– Dizem isso o tempo todo.
– É porque as pessoas, huuuum, digamos, elas vivem. Saem de suas casas todo dia, enfrentam horas no trânsito e ainda se arriscam em relacionamentos que obviamente não vão dar certo. E claro, depois de alguns meses, se ferram.
– E porque elas continuam tentando? – Retruquei.
– A ressaca do amor nunca dura para sempre. Não é como nos filmes, sabe? Vivemos no planeta terra. Temos um elenco que conta com bilhões de pessoas.
– Como eu descubro qual é a certa?
– Posso te contar uma coisa? A pessoa certa não existe. Todas as pessoas são um pouco erradas. Só depende do seu ponto de vista. Eu mesma já conheci dezenas de caras que me fizeram chorrar feito um bebê dentro do banheiro. Com a porta trancada e o chuveiro aberto que é para ninguém mais escutar. Deles, além da pelúcia inútil escondida em algum canto do guarda-roupa, levo os sorrisos e as dores. Ok. Também algumas músicas e bandas que conheci enquanto estava com cada um deles.
– E onde é que você guarda as dores?
– Junto com os momentos bons. Deixo em equilíbrio. Não vale a pena apagar nossos próprios sentimentos, sabe? Acho que é tudo meio ligado. A dor, saudade, insegurança, felicidade… Vão fazendo uma trança. Como essa que estou fazendo em seu cabelo. – Disse, ao pegar o elástico da minha mão e dar três voltinhas no final da trança.
– Ah, é? Eu queria ter coragem para cortar ele curtinho. Como o seu.
– Foi uma metáfora, mas se você está encarando dessa forma, vamos lá: quando você tira uma parte da trança, ela se torna mais feia, mais frágil, mais boba. É importante que os fios estejam bem organizados e divididos. Assim como os nossos próprios sentimentos. Precisamos entender muito bem quem somos, antes de cobrar isso dos outros. É um exercício complicado, mas funciona.
– Eu sei muito bem quem sou. Sempre soube.
– Todo mundo pensa assim. Até o momento em que erra. Às vezes, erra feio. De um jeito que as coisas nunca mais voltam a ser como antes. Então, mudam para se adaptar. E acabam não se conhecendo mais por um bom tempo.
– Isso é bom?
– Não é bom, nem ruim. É a vida de um ser humano na fase adulta. Seja bem-vinda.

Bruna Vieira.

Dica de Livro: Em busca de Zoe.

zoe

 

Ganhei esse livro de aniversário (foi dia 10, aceito parabéns atrasado u.u), e sinceramente é um daqueles livros de “comer com os olhos”.
Briguei até com os meus amigos porque eles ficavam bravos quando eu saia de perto para poder ler hahaha, culpa não é minha, o livro que é bom!

Então vamos lá, já se passou um ano desde o brutal assassinato de sua irmã mais velha, Zoe, e Eco, uma adolescente de quinze anos, ainda tem de lidar com os efeitos desta tragédia. Seus pais parecem anestesiados, seus amigos seguem a vida, e um estranho primeiro ano de escola prova que ela jamais estará à altura da memória da irmã. Até que Marc, ex-namorado de Zoe, aparece com seu diário. No início, Eco não fica muito interessada pelo assunto, duvidando que haja algo no diário que ela ainda não saiba. Mas quando finalmente a curiosidade prevalece, ela começa a ler. A imersão no mundo secreto de sua irmã é tão grande que suas vidas começam a se confundir, forçando Eco a descobrir a verdade que se esconde na vida de Zoe para que possa enfim reconstruir a sua própria vida. Prepare-se para morrer de rir e chorar até não poder mais com este romance viciante de Alyson Noël, acompanhando a complicada relação entre duas irmãs, cuja ligação é forte o suficiente para continuar mesmo depois que uma delas já se foi.

Recomendo, recomendo e recomendo, Em Busca de Zoe é daqueles livros que você pula de cabeça num universo totalmente diferente, e a hora que para de ler é tipo “calma, onde eu tô?!”.

Se já leram, me digam oque acharam e se ainda não leram TA ESPERANDO OQUE?!

Bexus,
Andie.